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Brasil bate Itália no vôlei e leva o ouro

Written By Francisco Dantas on segunda-feira, 22 de agosto de 2016 | segunda-feira, agosto 22, 2016


Brasil bate Itália no vôlei e leva o ouro
 A volta no tempo estava programada para 2004. Era aquela cor de medalha que o Brasil queria repetir. Remanescente da geração de Atenas, Serginho, de 40 anos, foi convencido a deixar a aposentadoria e emprestar um pouco daquele espírito à seleção da Rio 2016. Depois de fazer fila, de ter derrubado na Liga Mundial, em meados de julho, todos os rivais que estariam no torneio olímpico (só perdeu o título para a não classificada Sérvia), a equipe parecia estar apta a cumprir a missão depois do quase em Pequim 2008 e Londres 2012. Até inesperada mudança de rumo. As derrotas para os EUA e para a Itália a empurraram para a parede. A queda na primeira fase e a chance de ficar em nono lugar, igualando a pior campanha de 1968, existiam. Mas veio a reação. França, Argentina e Rússia caíram na sequência. Faltavam só os italianos. O grand finale estava reservado para um Maracanãzinho lotado. Doze anos depois. Neste domingo, a seleção mostrou quem mandava ali. Se impôs e fez a torcida lembrar dos velhos e bons tempos com a vitória por 3 sets a 0 (25/22, 28/26 e 26/24).

As medalhas douradas de Barcelona 1992 e Atenas 2004 ganharam companhia. O resultado pôs fim também a um longo e incômodo jejum. Até então, o último título havia sido conquistado no Mundial da Itália, em 2010. Nos últimos quatro anos, a seleção foi mudando a sua cara. Já não tinha mais Giba, Dante, Rodrigão e Ricardinho. Foi preciso apostar em novos nomes. Lucarelli apareceu para preencher uma lacuna e tanto, Wallace cresceu. Bernardinho dizia que a geração não era talentosa como a anterior, mas tinha condições de brigar. Na reta final, perdeu a experiência de Sidão e Murilo, cortados por lesões. Sofreu ainda com problemas físicos de Maurício Souza, Lipe e Lucarelli ao longo dos Jogos. E mesmo remendado, o time chegou. Fez valer seu histórico com o técnico no comando. Em 16 temporadas, após mais de 40 torneios, jamais ficou fora de um pódio em Mundiais e Olimpíadas. Só não ganhou medalhas três vezes, nas Ligas de 2008, 2012 e 2015.

A partida marcou a despedida do líbero Serginho, que agora segue carreira apenas no clube. Com o quarto pódio em quatro edições, ele sai de cena como o maior medalhista olímpico da história do Brasil em esportes coletivos.

O JOGO A Itália entrava quente no jogo. O Brasil demorava mais para engrenar. Pecava na cobertura e permitia que os adversários fizessem três pontos seguidos. Por sorte, a Azzurra também falhava, principalmente no saque. Era a hora de crescer. Bruninho fazia boas defesas e os companheiros retribuíam o esforço, colocando a bola no chão do outro lado. Wallace virava uma e deixava tudo igual (12/12). Dali em diante, nem Zaytsev conseguia frear a reação. Era parado por Lucão e a seleção dava continuidade ao seu trabalho. Lipe e Wallace arrancavam aces. O oposto ainda explorava bem os dedos do bloqueio italiano para fazer 19/14. Do outro lado, os olhares já pareciam mais preocupados. Aquele Brasil não era o mesmo que eles haviam batido na fase anterior. Jogava com mais calma, de forma mais inteligente. A coxa direita podia não estar 100%, mas o braço... Lucarelli sacava forte. Sem defesa (24/21). Em perigo, Giannelli acionava Zaytsev. Ele salvava o primeiro set point. Mas dava de graça o pontinho que faltava ao sacar na rede: 25/22.

Os comandados de Gianlorenzo Blengini não mostravam a consistência das outras sete partidas. Oscilava. O poderoso trio ofensivo formado por Zaytsev, Juantorena e Lanza sentia a pressão. Lipe sacava a 122km/h e colocava na conta mais um ace. Só para tentar encurtar o caminho, tratava de fazer outro logo em seguida (14/11). Mas os rivais retomavam o fôlego e conseguiam o empate (17/17). A experiência do central Birarelli fazia a diferença. Wallace pedia bola, subia mais que o bloqueio, cravava e gritava: "vamos!". Sentia que o time não estava em bom momento.

Para complicar, o golpe de vista num serviço de Zaytsev levava a Itália à virada: 21/20. Na jogada seguinte, Blengini pedia o desafio para tirar a dúvida sobre um toque no bloqueio e reclamava muito por discordar do resultado. Serginho regia a arquibancada. O som vindo de lá aumentava e o Brasil retomava o comando (23/22). Juantorena dava uma mãozinha, com um contra-ataque que passava da linha. Um saque errado e uma precipitação de Lipe na defesa e lá estava a Itália viva de novo (24/24). Wallace salvava a equipe. As trocas de saques na rede mantinham o equilíbrio (26/26). O duplo brasileiro marcava certinho Zaytsev e Maurício trazia alívio com um ace: 28/26. O foco não se perdia. O Brasil sabia que não podia se descuidar com os rivais. Sabia que eles não iriam se entregar tão facilmente assim. E como o esperado, foram para cima. Abriam 18/16, mas as falhas voltavam a acontecer. Tudo igual. Serginho e seus companheiros não alteravam os semblantes calmos. Wallace queria mesmo era tirar a paz dos outros. Conseguia. Bruninho, com uma bola de segunda, também (22/21). Buti explorava o paredão dos anfitriões e empatava. A resposta de Wallace era imediata. Zaytsev, no jeito, providenciava o respiro. Até Wallace subir de novo. Match point. Zaytsev evitava o fim do jogo (24/24). Bruninho acionava Lucão pelo meio. Chão. A arquibancada ficava de pé. E explodia logo em seguida ao ver que o duplo formado por Lipe e Lucão colocavam fim a uma longa espera. Serginho se ajoelhava. Havia voltado para ser bicampeão olímpico.

Por: G1

'Provei que sou o maior', diz Usain Bolt em sua despedida



 O atleta jamaicano Usain Bolt chegou à última entrevista de sua carreira olímpica ouvindo e dançando reggae, que tocava em seu celular. Bem à vontade no centro da mesa, entre as equipes do Japão e Canadá, ele ria de algo que mostrava para o colega Asafa Powell no smartphone, brincava com os corredores canadenses e respondia com bom humor às perguntas dos jornalistas. Praticamente todas as perguntas foram direcionadas a ele, que confessou que sentirá saudade da vida de estrela olímpica.

"Eu tenho um misto de sentimentos. É um alívio, por ter toda essa pressão de continuar vindo às olimpíadas e conseguir medalhas de ouro o tempo todo. Passei por muito estresse, mas definitivamente vou sentir falta do esporte e das olimpíadas", disse ele. "A olimpíada é o maior palco para nós atletas, mas eu já fiz tudo o que posso fazer. Eu provei ao mundo que sou o maior no esporte".

Com sua aposentadoria, Bolt afirma acreditar na continuidade da força jamaicana nas corridas olímpicas. "Eu acho que estamos no caminho certo com os mais novos que temos. Meus companheiros jamaicanos, nós provamos ao longo dos anos que somos capazes e que vamos continuar pressionando e fazendo grandes coisas".

Nove ouros colecionados em três olímpiadas foram o suficiente para que Bolt considerasse suas metas esportivas cumpridas. Ele ainda não sabe quais serão as próximas, e o que tem em mente agora são férias e descanso, além de ser recebido com carinho pelos jamaicanos quando voltar para casa.

O corredor acredita ser um grande embaixador de seu país e afirma que, inclusive, fez com que mais turistas visitassem a Jamaica e mais empregos fossem criados. "Eu tenho feito o máximo que posso pelo meu país e continuarei a fazer depois de me aposentar do esporte".

Toda essa segurança, conta Asafa Powell, não necessariamente vem de muito treino. Para a prova do revezamento 4x100, em que ganhou seu nono ouro, Bolt não fez uma preparação que se pode chamar de "exaustiva" com a equipe.

"Não treinamos muito. Eu acho que Usain fez uma sessão de treino e nós duas sessões o ano inteiro. Foi isso. Só aqui, quando chegamos no Brasil. Fizemos duas ou uma", disse Asafa, que riu dos americanos por terem sido desclassificados por problemas na passada de bastão.

"Eu acho que estavam mais focados em nos superar do que em fazer uma corrida decente. Foi a pressão de tentar vencer os jamaicanos", disse, arrancando risadas de Bolt.

Nos jogos do Rio de Janeiro, Bolt repetiu o feito de Pequim e de Londres, com três medalhas de ouro nas mesmas provas: os 100 metros rasos, 200 metros e o revezamento 4x100. Nas três provas, o jamaicano que nunca conheceu outras posições no pódio olímpico deixa seus recordes e não tem receio de dizer que acha difícil que alguém iguale o que conquistou nas três olímpiadas.

"Eu espero que tenha estabelecido a marca alta o suficiente para que ninguém consiga de novo. Estou muito orgulhoso de mim".


Por: Correio Braziliense 

Com paraibano Douglas em campo, Brasil vence Alemanha


Com paraibano Douglas em campo, Brasil vence Alemanha
 A seleção brasileira de futebol, finalmente, conseguiu o ouro olímpico. Na 13ª tentativa, o time nacional venceu a Alemanha, nos pênaltis, por 5 a 4, no Maracanã lotado, e chegou pela primeira vez ao alto do pódio olímpico neste sábado (20).

No tempo normal, a decisão terminou empatada em 1 a 1. Neymar abriu o placar no primeiro tempo, enquanto Max Meyer igualou na volta do intervalo. Na prorrogação, a igualdade permaneceu.

Já nas penalidades, o alemão Petersen desperdiçou a quinta cobrança e deu início a festa no estádio carioca. Em seguida, Neymar garantiu a vitória inédita.

Para os torcedores, que lotaram o Maracanã, a final teve um sentimento de vingança da goleada de 7 a 1 imposta pelos alemães em pleno Mineirão na Copa do Mundo de 2014.

A vitória da seleção foi o ponto alto da campanha brasileira nos Jogos do Rio, que soma agora 17 medalhas. O jamaicano Usain Bolt aproveitou a festa. Um dos ícones da Olimpíada, ele comemorou a vitória ao lado dos familiares de Neymar.

O atacante foi o destaque da decisão. Ele fez o gol no tempo normal e o último pênalti. Com cãibra, ele comemorou deitado no gramado do Maracanã. A torcida gritava "o campeão voltou".

Depois de um início irregular, quando empatou as duas primeiras partidas, a seleção fez uma campanha incontestável. Venceu todos os mata-matas e sofreu apenas um gol no torneio.

Baseado em triangulações e muita troca de passes, o esquema ofensivo desenhado pelo baiano Rogério Micale atacantes funcionou.

Além de se sagrar campeão olímpico, a seleção estabeleceu uma série de recordes nos Jogos do Rio. O time de Micale se tornou o maior vencedor do torneio olímpico de futebol, com 34 vitórias.

O Brasil também é agora o maior medalhista da história da competição, com um ouro (Rio-2016), três pratas (Londres-12, Seul-88 e Los Angeles-84) e dois bronzes (Pequim-08 e Atlanta-96).

Outro feito estabelecido pela seleção na noite deste sábado (20) foi terminar com um jejum de 24 anos e alcançar uma marca obtida por apenas três países: ganhar a medalha de ouro no futebol jogando no seu país.

A Espanha foi a última que ganhou o título em casa _em Barcelona-92. Antes da vitória espanhola, os donos da casa só conquistaram o título olímpico na era pré-Copa do Mundo, quando o futebol ainda era amador.

Os britânicos venceram em Londres-08. Doze anos depois, os belgas venceram na Antuérpia-20.

A festa foi armada pelo torcedor antes do início da partida. Bastou os alemães pisarem no gramado para os torcedores começarem a gritar "Ô, Alemanha, pode esperara, a sua hora vai chegar"

Exatamente, às 17h, o sistema de som colocou o histórico samba "É hoje" da União da Ilha. O refrão "É hoje o dia da alegria e a tristeza/Nem pode pensar em chegar" foi cantado pelos torcedores como um aquecimento.

O JOGO

A seleção começou a final de maneira agressiva. O time marcava forte os defensores alemães, mas pouco coisa acontecia.

O primeiro bom lance foi da Alemanha. Aos 10min, da entrada da área, Brandt chutou no travessão.

O Brasil continuava melhor, com mais posse de bola. O gol não demorou a sair. Aos 26min, Neymar cobrou uma falta com perfeição da entrada da área sem chance para o goleiro alemão Horn.

A Alemanha não sentiu a pressão. A partir daí, o jogo virou. Os europeus partiram para cima e por pouco não empataram. Chegaram a chutar mais duas bolas na trave de Wéverton

No segundo tempo, Micale manteve o mesmo time. A técnica foi deixada de lado. A decisão virou uma sucessão de passes perdidos para os dois lados.

Os alemães aproveitaram as falhas seguidas de Wallace e Marquinhos e empataram. Aos 13min, Max Meyer fez o gol alemão.

No meio do segundo tempo, o técnico da seleção mexeu no time. Ele colocou Felipe Anderson no lugar do santista Gabriel, que estava apagado em campo.

O Brasil melhorou, mas a Alemanha também assustava. Aos 33min, Felipe Anderson perdeu uma bela oportunidade ao falhar na cara do goleiro após receber um lindo passe. Na sequência, o atacante do Barcelona fez uma jogada individual e quase desempatou.

A partir daí, a pressão brasileira aumentou, mas o gol não saiu. Já nos acréscimos, Neymar foi "fominha", não deu o passe para Douglas Santos que entrava livre chutou em cima da defesa alemã.

Na prorrogação, a decisão ficou ainda mais nervosa. Aos 2min, Gabriel Jesus desperdiçou uma boa oportunidade ao receber um passe livre, mas foi superado pelo defensor. Micale o tirou do time na sequência. Ele colocou Rafinha no lugar do palmeirense.

Aos 5min, Luan desperdiçou o seu contra-ataque. Em seguida, foi a vez dos alemães. O atacante Brandt quase desempatou.

No segundo tempo da prorrogação, Felipe Anderson por pouco não fez o da vitória brasileira. Ele aproveitou lançamento de Neymar e chutou forte, mas o goleiro Horn colocou para escanteio

A partir daí, a Alemanha cresceu deixando a final mais dramática. Nos minutos finais, os torcedores davam uma vaia ensurdecedora a cada ataque adversário.

Dentro de campo, os brasileiros cansaram e seguravam o resultado como podia. Neymar começou a alegar cãibras.

Na emocionante disputa de pênaltis, o goleiro Weverton defendeu a quinta cobrança dos alemães. Já Neymar fez o do Brasil e garantiu o inédito ouro olímpico.

Por:  Folhaonline

Nas redes sociais, Pâmela Bório faz campanha contra compra de voto


Nas redes sociais, Pâmela Bório faz campanha contra compra de voto
Pâmela Bório, jornalista e ex-primeira dama do Estado da Paraíba, está de férias nos Estados Unidos, onde, de acordo com o colunista social Gerardo Filho, ela irá visitar cidades como Orlando, Miami e New York, durante 15 dias. O fato de ela estar longe do país não a impediu de estar atenta às questões políticas, Pâmela tem usado das redes sociais para fazer campanha contra compra de votos.





Por: PB Agora

Força da música nordestina ao som de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro marca encerramento de Olimpíadas


Força da música nordestina ao som de Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro marca encerramento de Olimpíadas
 A força da cultura nordestina e do forró que nasceu nas terras de Alagoa Grande na Paraíba embalaram o ritmo nas últimas horas das Olimpíadas do Rio.

A cerimônia de encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro apostou no samba e em muita música nordestina. Neste domingo (21), o Maracanã se encheu de referências à cultura brasileira e, com muito carnaval, a Rio-2016 entregou, oficialmente, a bandeira olímpica para Tóquio, cidade que sediará a próxima edição.

A música pernambucana ganhou grande destaque na festa dedicada ao esporte, que teve ainda homenagem a vários aspectos da cultura brasileira. As delegações entraram no Maracanã, palco da abertura e do fechamento, ao som da Orchestra Santa Massa, com o maestro Spok (voz e sax), André Julião (sanfona) e Yuri Queiroga e o DJ Mika Mutti.

O grupo de DNA pernambucano é formado por Hélder Aragão, mais conhecido como DJ Dolores, Maciel Salú (vooz e rabeca), Isaar (voz), Fábio Trummer (voz e guitarra), da banda Eddie e Jam da Silva (percussão). Durante a performance do grupo, 14 passistas de frevo acalentaram o orgulho do estado e receberam muitos elogios nas redes sociais.

Chiclete com banana (de Jackson do Pandeiro), O canto da ema (de Alventino Cavalcanti, Aires Viana e João do Vale, imortalizada por Jackson), A cantiga do sapo (de Jackson do Pandeiro e Buco do Pandeiro) eSebastiana (de Rosil Cavalcanti) estiveram no repertório da banda. Maracatu olímpico, inédita, foi composta por Salú especialmente para a ocasião.

O cantor e compositor recifense Lenine fez uma versão de Jacksoul brasileiro, de autoria dele, para saudar o trabalho dos voluntários dos Jogos Olímpicos. "Quem fo que fez o povo chegar? Quem foi que fez o jogo rolar? Quem foi que traduziu o Rio de Janeiro?", cantou o autor de Leão do Norte.

Assim como na abertura, canções de diversas épocas pontuaram o roteiro, que adotou o tema da diversidade como emblema. Assim, Luiz Gonzaga se misturou com Heitor Villa-Lobos. O DJ norueguês Kygo, que bateu 1 bilhão de reproduções no Spotify, conviveu sem estresse com o frevo e o xaxado da comadre Sebastiana. Lenine, Carmem Miranda e Arnaldo Antunes pareceram irmãos siameses sob esta ótica. Com direção da (não por acaso) carnavalesca Rosa Magalhães, a festa teve Martinho da Vila cantando "Carinhoso" e samba. Muito samba. "Cidade Maravilhosa" e as marchinhas "Mamãe eu quero" e "Sassaricando" deram o tom. Não faltou nem primeiro-ministro fantasiado (de Mario, do game "Mario Bros"). Shinzo Abe, do Japão, apareceu para receber a chave da próxima edição da Olimpíada, que acontece em Tóquio 2020. 

Na Olimpíada em casa, o Brasil se inspirou e fez a melhor campanha de sua história nos Jogos, quebrando o recorde de ouros para o país: 7. Além disso, foram 6 pratas e 6 bronzes, garantindo em 13º lugar no quadro de medalhas, com um total de 19 no pódios – marca também inédita. Nas competições, muitas surpresas e algumas decepções.

O canoísta baiano Isaquias Queiroz passou de atleta anônimo a queridinho da torcida: tornou-se o primeiro brasileiro da história a conseguir três medalhas em uma mesma edição da Olimpíada: a prata inédita na categoria C1 1000m, o bronze no C1 200m e a prata no C2 1000m ao lado de Erlon de Souza. O carismático e vaidoso Isaquias também conquistou o público por causa de sua história de superação. Quando tinha três anos de idade, sofreu graves queimaduras com água fervente. Quando tinha dez, caiu de uma árvore e perdeu um rim. Ganhou o apelido de "Sem Rim". 

Por: PB Agora

3º Chopp Churrasco de Catolé do Rocha, entrega premiação dos ganhadores do sorteio de Agosto de 2016

Written By Francisco Dantas on quinta-feira, 18 de agosto de 2016 | quinta-feira, agosto 18, 2016


A Comissão Organizadora do 3º Catolé Chopp Churrasco realizou no último Sábado (13) o primeiro sorteio mensal desta edição.

O evento aconteceu no NEW CLUBE, em Catolé do Rocha (PB), e foi bastante prestigiado, quando mais uma vez o empreendimento contemplou ganhadores de várias cidades sertanejas.

A entrega da premiação aos respectivos ganhadores foi concluída durante o decorrer desta semana, num total de onze prêmios.

Confira os ganhadores e seus respectivos prêmios entregues:
 
Por: Redação 
 
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